Programador: quer ser melhor? Assista Criminal Minds | André Buzzo
contato@andrebuzzo.com.br | (11) 9-8551-3500 | facebook | skype:andrebuzzowebdesign

Programador: quer ser melhor? Assista Criminal Minds

Publicado na categoria Artigos com 4.892 visualizações e 10 comentários

programador: quer ser melhor? Assista Criminal Minds

Está estranhando esse título e esse post?

Não estranhe não.

Tem alguns dias atrás, resolvi assinar o canal Netflix para usufruir do esquema “Smart TV” de um aparelho que eu e dona patroa adquirimos em meados de 2013. Lerdo eu né? Concordo!

E fuçando de um lado, virando o Netflix do outro, encontramos esse seriado que começava direto da sua quinta temporada. E resolvemos, porque não, assistir um ou dois episódios para ver qual era a do seriado.

Em tempo: eu e dona patroa somos o que podemos classificar de viciados em seriados. Assistimos todas as temporadas de CSI Las Vegas, Miami e Nova Iorque, vimos oito temporadas de House (e que saudades!), assistimos Lost, dentre outros… hoje em dia, estamos acompanhando também o The Big Bang Theory. Nerd total e sendo assim, excelente!

Mas vamos voltar ao Criminal Minds. Por que essa relação entre ser programador e seriado?

Do que se trata o seriado

Basicamente, retrata o dia-a-dia de uma equipe de analistas comportamentais do FBI especializados em assassinos em série, o tal “Serial killer” americano.  Existem 7 pessoas que formam uma equipe, cada um com seu “segmento” de atuação, e claro, com sua especialidade.

Um deles é o líder da equipe, outra entende de violência contra a mulher, existe um “Doutor” que não é policial, mas é um grande gênio, e por aí. Mas o destaque (na minha humilde opinião logicamente) mesmo é a “programadora” do grupo, a Penélope Garcia.

programador: quer ser melhor? Assista Criminal Minds

Segundo o decorrer dos episódios que assisti, ela parece ter conseguido seu cargo no FBI ao hackear o sistema deles. Então, pense numa pessoa inteligente e que “manja dos paranauês” para encontrar os assassinos em conjunto com a equipe. Essa pessoa é ela nesse seriado.

Vamos lá cara, desembucha! O eu posso aprender para ser programador com esse seriado?

Creio que seja interessante para você, que quer ser programador, acompanhar os episódios porque eles apresentam, por diversas e diversas vezes, “filtros” em banco de dados para encontrar um suspeito em cada um de seus casos.

Claro, existe todo o esquema de ficção do seriado, mas os filtros sugeridos por eles nos fazem pensar que nossos programas devem ser feitos ou pensados em pesquisas refinadas e comparativas. E para ser programador, isso é fundamental! Quer um exemplo?

Houve um episódio onde eles mantêm a linha de pensamento que prega que uma série de assassinatos se inicia em uma determinada data (período) onde anteriormente, alguém sofreu uma “perda trágica”. Então, eles usam o que chamam de “perfil”, o que podemos chamar de “situação”, e traçam os principais suspeitos.

Mas aí você pensa: “Tá, é tudo ficção e para eles, é fácil” … sim, pode ser que seja ficção e pode ser que seja fácil para eles. Mas nós temos que fazer as coisas de maneira fáceis para nós mesmos. Seguindo exemplo acima:

Então, os assassinatos acontecem da seguinte maneira: uma pessoa rapta outras de forma “mecanizada”, o que lá eles chamam de MO (Modus Operandi, ou seja, Modo de Operação), e digamos que o assassino sequestra empresários. E esse cara deixa sua “assinatura do crime”, que exemplificando, seria uma “ligação telefônica” à família da vítima informando que ele “será demitido da vida”.

Cruel não é?

Então, temos esses dados em mãos:

programador: quer ser melhor? Assista Criminal Minds

Claro que isso se trata de um “artigo”, então as informações aqui são, graças a Deus, fictícias, senão ninguém mais iria querer ser programador, não é verdade?

Mas, voltando ao assunto, são esses os dados (claro, de maneira simplificada apenas para ilustrar) que temos em mãos para sair à caça do infeliz que anda vitimando os profissionais da internet por aí!

Lá nos EUA, e creio que isso seja uma verdade absoluta, a busca e obtenção, assim como o armazenamento de informação é algo imprescindível para ser programador porque eles prezam por quantidade e qualidade. E dessa maneira, bancos de dados estão sempre recheados de muito, mas muito conteúdo para se efetuar buscas.

E para ser programados dos bons, são nesses bancos onde devem acontecer as mágicas: o cruzamento/pesquisas de informações.  Então, eles começam a filtrar os dados levantados que têm com o que há armazenado nesses bancos. Ilustrando, seria algo como:

programador: quer ser melhor? Assista Criminal Minds

Você está conseguindo seguir a linha de pensamento e já pensando se o seu programa permite que faça buscas refinadas? Como a exemplificada acima? Para ser programador supimpa,você considera trazer isso para sua realidade?

Então, temos mais alguns filtros a serem passados nesse relatório acima …

programador: quer ser melhor? Assista Criminal Minds

Dessa maneira, na ficção, a Penélope Garcia consegue resgatar as informações dos bancos de dados e passar para os investigadores darem fim a essa sequência de crimes, lá no seriado.

Mas é uma excelente maneira de trazer essas situações para a nossa realidade e tentarmos pensar em quais funcionalidades, quais campos únicos ou características que podemos inserir em nossos bancos de dados para que tenhamos as informações que necessitamos de maneira simples, e principalmente objetiva e coesa. E consequentemente, ser programador que faz a diferença no sistema oferecido ao cliente!

Dessa maneira, aquele seu “sisteminha” que está desenvolvendo para cadastro de clientes fornece um bom banco de dados para responder algumas perguntas tais como:

  1. Se eu quiser buscar quantas pessoas moram em determinado CEP, eu consigo?
  2. Se eu quiser separar uma faixa etária, o sistema me dá essa funcionalidade?
  3. Se precisarmos buscar por período de compra ou por período onde ele não efetuou alguma transação, eu consigo?
  4. Se eu quiser buscar quantas pessoas são do sexo masculino e quantas do feminino, eu posso filtrar essa informação?
  5. Quantos “André” eu tenho nesse cadastro?
  6. Quantas pessoas pagam suas compras com cartão de crédito? E débito?
  7. Dessas pessoas que pagam com o cartão de crédito, quantas usam Mastercard e quantas usam Visa?
  8. Quem usa mais o Visa? Homem ou mulher?

Então, é bom você pensar à frente de seu cliente e levantar essas questões ao se desenvolver ou pensar em ser programador. Você tem essa capacidade? Você pode treiná-la?

Sim, eu acredito que sim. Trazendo coisas da ficção para a realidade, além de ser uma brincadeira bem interessante, é um exercício de intelecto fundamental para quem quer programar algo de sucesso e que permita uma grande interação do usuário com aquilo que você está criando.

Pense sempre dessa maneira: todo sistema precisa de filtros. E cabe a você, junto ao seu cliente, determinar quais filtros podem ser aplicados e quais informações devem estar presentes no banco de dados para que os resultados dessas pesquisas sejam satisfatórios.

Espero que a brincadeira acima tenha te ajudado ao menos, a começar a pensar e imaginar o que o seu sistema proposto pode oferecer. E principalmente, aquilo que não vai oferecer.

Ainda …

Voltar à página anterior!

  • uedson santana

    Fala André! Pô velho gostei dessa sua Postagem, realmente é bem por ai! cara consigo Sim realizar essas buscas, mas vai de cada caso ou cliente ou Sistema, conheço Bastante da Linguagem SQL e ela me da o que eu preciso, maniputo Toda meu Banco de dados só na codificação SQL! Levei entorno de uns 3 meses para desenvolver um Sistema de Televendas e Catalogo eletrônico para uma empresa e só mente acessei meu Bando de dados uns 3 vezes, fiz tudo no cogido SQL. Então se o programado tiver bons conhecimentos e habilidades nessa Linguagem, acho que tem como fazer qualquer “parafernalha” no bom sentido é claro!hehe Abraço!

  • João Augusto

    Fala André tudo bem?

    Que show de artigo cara, sou muito fã de Criminal…

    Parabéns…

    • Fala João!

      Obrigado compadre! O seriado é fantástico não?

      Abraços!

  • Hildo

    Muito bom o artigo, esse comparação realmente acontece na prática.

  • Oi André, tudo bem?

    Você sabia que muitos universitários querer se tornar empreendedores? Por isso, participar do Desafio Universitário Empreendedor é uma forma de entender melhor como funciona este mercado.

    Além de encarar uma competição que envolve conceitos importantes de empreendedorismo, eles poderão se capacitar através dos cursos gratuitos e online oferecidos pelo Sebrae.

    Ajude a divulgar esta competição entre os alunos.

    Para mais informações acesse: http://desafiouniversitarioempreendedor.sebrae.com.br
    Atenciosamente,
    Equipe Desafio Universitário Empreendedor

    • Fala Sebrae!

      Que honra!! Está divulgado!

      Abraços!

  • Nando Abreu

    Mais um ótimo artigo André. Já conheço bem a série e adoro as ações de Garcia. E procuro sempre desenvolver meus bancos prevendo esse tipo de sugestão que você listou. Mas na grande maioria dos casos, ora o cliente não pede – nunca – dados interessantes, ora nem se atenta que tais buscas são possíveis. Já vi cliente até reclamar que “essas perguntas são desnecessárias” e, meses depois, vir correndo pedir as mesmas informações “desnecessárias”. Mas acho que devemos ter, sim, esses dados, e oferecer frequentemente.

    • Fala Nando!

      Então cara … eu cheguei a ser incisivo com uma cliente que eu (man)tenho até hoje por exatamente insistir em “pensar pra frente” … acho que embora o cliente não acredite que ora ou outra precisará de determinada solução, eu devo insistir que ela deve ser implantada já de cara …

      Melhor fazer/propor na hora que se está desenvolvendo do que tentar “remediar” com soluções que acabam por apenas “atrasar e deixar ainda mais lento” tal sistema …

      Penso eu que pensar pra frente é fundamental nesse nossa área!